Açores: ilhas esculpidas pela Natureza no azul do atlântico

Ilha de S. Miguel. Mirante da Lagoa do Canário

A Federação Europeia das Associações de Agências de Viagens e Operadores Turísticos colocou o arquipélago dos Açores sob o foco dos agentes de viagens: aquelas ilhas foram escolhidas para “Destino Preferido” para o próximo ano.


Esculpidas por vulcões milenares e povoadas ao longo de séculos por gente corajosa e amável, os Açores são um local de muitas e variadas experiências e emoções.


Estas nove ilhas esculpidas pela Natureza no azul do atlântico, unidas num arquipélago, têm a particularidade de - em cada ilha – observar-se uma identidade própria. Ao mesmo tempo que comungam extraordinários legados da Natureza, revelam traços singulares nas paisagens, tradições, gastronomia ou arquitetura.


Faltam palavras para classificar e enunciar os encantos destas nove ilhas carismáticas. Os sistemas de posicionamento encontram as 9 ilhas dos Açores em pleno Atlântico Norte, dispersas ao longo de uma faixa com cerca de 600 km de extensão de Santa Maria ao Corvo e sensivelmente entre 37° e 40° de latitude norte e 25° e 31° de longitude oeste. Residem perto de 250 mil pessoas (dados de 2008) neste território insular de 2 325 km2, que está a uma distância de 1 600 km do continente europeu e 3 400 km do continente norte-americano.


No plano lendário, há quem pretenda associar os Açores à Atlântida, mítico reino insular citado por Platão. Já num plano histórico, encontram-se alusões a nove ilhas em posições aproximadas das açorianas no oceano Atlântico, em livros e mapas cartográficos desde meados do século XIV. Mas é com a epopeia marítima portuguesa, liderada pelo Infante D. Henrique, que os Açores entram de forma definitiva no mapa da Europa. Desconhece-se se terá sido Diogo de Silves, em 1427, ou Gonçalo Velho Cabral, em 1431, o primeiro navegador a atingir o arquipélago. A origem do nome Açores é igualmente ponto de várias teorias. A mais divulgada associa a designação aos milhafres encontrados, então confundidos com outra ave de rapina: o açor. Certo é que o Infante D. Henrique impulsiona a humanização das ilhas. Primeiro com o lançar de animais, entre 1431 e 1432, depois pelo envio de colonos, a partir de 1439.

Desde então, o povoamento estende-se ao longo dos séculos XV (grupos oriental e central) e XVI (grupo ocidental). Judeus, mouros, flamengos, genoveses, ingleses, franceses e escravos africanos unem-se à gente de Portugal Continental para enfrentar os duros obstáculos da tarefa.

A empreitada épica forja um povo que, ao longo de séculos, resiste a erupções vulcânicas e terramotos, isolamento, invasões de piratas, guerras políticas, doenças infestantes. A resistência ao domínio espanhol na crise de sucessão dinástica de 1580 e o apoio à causa liberal na guerra civil (1828-1834) são reveladores da coragem dos açorianos. Já no século XX, esta bravura sobrevive na epopeia baleeira, quando os homens se lançam em pequenos botes de madeira para o confronto no imenso mar azul com os cachalotes agigantados.

O clima dos Açores é caracterizado por temperaturas amenas, elevados índices de humidade e chuvas regulares. No Inverno, ventos vigorosos rondam o arquipélago, agitam o mar e purificam o ar. A temperatura média mantém-se nuns generosos 14° C, que não impedem a formação de neve no topo da Montanha do Pico, dados os seus 2350 m de altitude máxima. Os períodos de chuva, embora frequentes, costumam ser passageiros. O Verão é suave e ensolarado, com o termómetro a rondar os 24° C. A água do mar mantém-se numa temperatura convidativa, entre os 17° C e os 23° C.


O que fazer nestas ilhas
Observação dos CetáceosOs Açores são atualmente um dos maiores santuários de baleias do mundo. Entre espécies residentes e migratórias, comuns ou raras, avistam-se mais de 20 tipos diferentes de cetáceos nas suas águas. O número impressiona e corresponde a um terço do total de espécies existentes. Estamos num ecossistema de características únicas. Com a presença das majestosas baleias e dos simpáticos golfinhos, o azul do Atlântico torna-se ainda mais mágico e abençoado em redor destas nove ilhas. E traz para os novos tempos, onde preservação é palavra-chave, um grito antigo: “Baleia à vista!”.   
Mergulho
Um conjunto de excelentes condições naturais permite a prática de mergulho nos Açores durante quase todo o ano. Difícil é escolher por onde começar. Existem dezenas de spots, adequados a diferentes tipos de mergulho. Zonas costeiras e baixas onde se contemplam magníficas grutas e arcadas submarinas. Restos de barcos naufragados, agora refúgio de lírios, meros e garoupas que saúdam os visitantes. Aguas oceânicas profundas, habitat de grupos de jamantas que planam na vertigem azul. Raras e misteriosas fumarolas subaquáticas. E se ainda desconhece o tipo de maravilhas que o mundo subaquático tem para mostrar, há um batismo de mergulho inesquecível à sua espera nos Açores.
Pedestrianismo
O perfume europeu no meio do Atlântico solta nove fragrâncias distintas. O manto verde reveste-se de criptoméria, incenso, faia, vinha. Cones vulcânicos espreguiçam-se em direção ao céu. Grutas contam segredos da origem das ilhas. Lagoas repousam em vulcões adormecidos. Erguemos o olhar e vemos aves migratórias, na única paragem europeia que conhecem. Os trilhos serpenteiam todo o arquipélago, revelando mistérios guardados para os caminhantes. Há falésias de cortar a respiração, fajãs à beira-mar que aconchegam, quedas de água para refrescar a alma. Não é um sonho. São os trilhos dos Açores.
Geoturismo
A génese dos Açores está impressa em 1766 vulcões, nove dos quais ainda placidamente ativos. No subsolo, estão assinaladas quase três centenas de cavidades vulcânicas, sob a forma de grutas, algares e fendas. Na paisagem, há caldeiras secas, lagoas em crateras, campos fumarólicos e nascentes termais. No mar, encontram-se fontes geotermais submarinas. A majestosa montanha do Pico, de cone ainda intacto, parece proteger todas estas riquezas geológicas. Testemunho do poder da Natureza, o vulcanismo do arquipélago impressiona pela diversidade e gera um magnetismo especial no visitante.
Centros de Interpretação
Além dos centros de interpretação das cavidades vulcânicas abertas ao público, o arquipélago possui vários centros de ciência que ajudam a compreender e valorizar o geopatrimónio açoriano. O moderno Centro de Interpretação do Vulcão dos Capelinhos, Faial, inclui filmes, hologramas e conteúdos multimédia. Outras paragens enriquecedoras passam pelo Observatório do Mar (Faial), Observatório do Ambiente, Museu Vulcanoespeleológico Os Montanheiros, (Terceira), Casa da Montanha (Pico), Observatório Astronómico, ExpoLAB e Observatório Vulcanológico e Geotérmico dos Açores (São Miguel).


OutrosA morfologia do terreno, a biodiversidade e as condições de mar convidam à prática de uma série de atividades nos Açores. O cenário envolvente é perfeito para a prática do geocaching, género de caça ao tesouro com o auxílio do moderno GPS. Apaixonados pela observação de aves encontram no arquipélago exemplares de espécies que não pousam em mais nenhum sítio da Europa continental. No canyoning, os troços apresentam diversidade e variados níveis de dificuldade. E navegar no Atlântico açoriano é um passaporte de verdadeira liberdade, assente no azul cristalino do mar.

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