A surpresa do ADN (DNA) dos portugueses


A base genética do território português é relativamente homogênea, tendo mantido a mesma nos últimos quarenta milênios: os primeiros seres humanos modernos a entrar na Europa Ocidental, os caçadores-recolectores do Paleolítico.

É certo que houve processos de ligação importantes com o Norte de África, tal como as migrações das Idades do Cobre, Bronze e Ferro que contribuíram para a indo-europeização (principalmente do norte da Europa -celtas), sem menosprezar o forte carácter mediterrânico.

A romanização, as invasões germânicas, o domínio islâmico mouro, a presença judaica e a escravatura de povos africanos a sul do Saara, terão tido igualmente o seu impacto e a sua contribuição genética. Podem mesmo descriminar-se quais os povos que mais contribuíram para a formação genética de Portugal: protoceltas; celtas; fenícios; cartagineses; romanos; suevos; búrios; visigodos; vândalos; alanos; bizantinos; árabes; saqaliba (escravos eslavos); Judeus sefarditas e Africanos subsarianos.

Todos estes processos populacionais terão deixado a sua marca, ora mais forte, ora só vestigial. Judeus Sefarditas e o povo norte-africano deixaram a sua marca bem evidente nos portugueses. Esta raiz genética é muito superior à que os historiadores vêm defendendo, já que consideram que a Inquisição terá apagado grandemente a presença destes povos na Península Ibérica (região que atualmente abrange Portugal e Espanha).

Utilizando as modernas técnicas científicas, uma equipe de investigadores internacionais -incluindo investigadores portugueses - seguiram o ADN da população masculina ibérica e descobriram os principais ascendentes.

"Verifica-se que, em média, cerca de 30% das linhagens masculinas, dos homens portugueses, descendem de não ibéricos. E estes 30% estão, digamos, repartidos em 20% de ascendência judaica sefardita e 10% de ascendência norte-africana", afirma o Investigador João Lavinha.

Mas esta ascendência não é uniforme ao longo do País, variando com a zona geográfica de origem.

"Cerca de 15% dos homens do Sul de Portugal têm um ascendente norte-africano, enquanto no Norte apenas 10%. Quanto à ascendência judaica, é uma diferença também no mesmo sentido, mas com números mais altos, uma vez que no sul de Portugal é, de resto, o ponto da Península Ibérica com maior proporção de linhagem masculina de sefarditas com 35% - o que representa 33% dos homens do sul, que terão um ascendente judaico sefardita - enquanto no norte de Portugal apenas 25%", explica o mesmo Investigador.

Uma árvore que dá luz sobre algumas das hipóteses defendidas por historiadores, porque estes vinham defendendo que a influência dos judeus sefarditas e do povo norte-africano seria muito baixa.

Agora, o estudo demonstra uma incidência maior e, desta forma, permite questionar, qual foi o verdadeiro impacto da expulsão de judeus sefarditas, proclamado por D. Manuel I em 1496 e a conversão forçada destes povos ao Cristianismo, pela Inquisição.
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