"Barca Velha"


Tal como um Picasso, ou sobre outra obra-prima mundial, é difícil conseguir definir resumidamente um “Barca Velha” mas, sem sombra de dúvida que – entre outros - se pode afirmar que este vinho, é o epítome, o pináculo muito superior, o símbolo inquestionável da mais alta qualidade dos vinhos do Douro. Clássico, intenso, complexo, elegante – são os adjetivos que descrevem o que foi, desde a sua criação em 1952, o expoente máximo da solenidade do Vinho Português.

O Barca Velha é "declarado" apenas em anos realmente excepcionais, e ao degustá-lo, constata-se o porquê de o seu preço base começar nas Centenas de Euros por garrafa.

O Barca Velha constitui um marco na história do Vinho em Portugal e, particularmente, no Douro.

Vinho Clássico, que não alinha em modas, nem tendências, a história do seu aparecimento remonta a 1952, mas a gênese surge quatro anos antes, quando Fernando Nicolau de Almeida resolveu fazer um grande vinho na Quinta de Vale Meão, a última que Dona Antónia Adelaide Ferreira mandou plantar num deserto de matagais e pedras com 300 hectares.

Até Fernando Nicolau de Almeida ter posto mãos à obra, no Douro só se faziam Vinhos do Porto com qualidade. Não se sabia fazer vinhos tranquilos, ou de mesa. A utilização do controle de temperatura era fundamental para a fermentação do vinho, mas na década de 40 do século passado, as quintas produtoras de Vinho do Douro não tinham eletricidade e eram raras as que possuíam estradas. Dizia-se, aliás, que era mais fácil ir a África ou ao Brasil do que a Vale Meão.

Este enólogo mandou construir um aparelho em madeira, mandou vir caminhões de gelo (que quando chegavam ao seu destino, já só traziam metade da carga, tal era o calor) e, depois de muito estudo, cuidado e paciência, conseguiu fazer um vinho de grande categoria.

Era o da colheita de 1952, que só seria lançado no mercado muitos anos depois, tal como sempre aconteceu a seguir, onde – normalmente - a afinação de um Barca Velha se prolonga por seis a oito anos.

Assim, em 60 anos (1952-2012) apenas foram reconhecidas 17 colheitas de Barca Velha: primeiro por Fernando Nicolau de Almeida (1952, 1953, 1954, 1957, 1964, 1965, 1966 e 1978), depois por José Maria Soares Franco (1981, 1982, 1983, 1985, 1991, 1995 e 1999) e, por fim, por Luís Sottomayor (2000 e 2004) que fez parte da equipe de enologia dos seus antecessores.

O Barca Velha é a base sobre a qual a reputação de Casa Ferreirinha cresceu. O último que é a marca de qualidade com a tradição mais alta do Douro e um dos seus principais guias mundiais.
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